{"id":141864,"date":"2018-05-17T22:51:34","date_gmt":"2018-05-18T01:51:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=141864"},"modified":"2018-05-17T22:51:34","modified_gmt":"2018-05-18T01:51:34","slug":"subutilizacao-da-forca-de-trabalho-atinge-277-milhoes-de-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/subutilizacao-da-forca-de-trabalho-atinge-277-milhoes-de-pessoas\/141864","title":{"rendered":"Subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho atinge 27,7 milh\u00f5es de pessoas"},"content":{"rendered":"<p> A taxa de <strong><em>subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho<\/em><\/strong> no Brasil atingiu um n\u00edvel recorde no primeiro trimestre de 2018, informou, no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Acrescentou que 27,7 milh\u00f5es de trabalhadores est\u00e3o subutilizados, o que corresponde a 24,7% da for\u00e7a de trabalho no pa\u00eds, o maior percentual desde 2012. S\u00e3o consideradas subutilizadas as pessoas que est\u00e3o desempregadas, as dispon\u00edveis para trabalhar mais horas, mas n\u00e3o encontram essa possibilidade, as que gostariam de trabalhar, mas n\u00e3o procuraram emprego e as que procuraram, mas n\u00e3o estavam dispon\u00edveis para o trabalho. <\/p>\n<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad), que tamb\u00e9m informa que o contingente de desalentados \u00e9 de 4,6 milh\u00f5es de pessoas. No \u00faltimo trimestre de 2017, esse grupo somava 4,3 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Desist\u00eancia<br \/>\nA popula\u00e7\u00e3o desalentada \u00e9 a que desistiu de procurar emprego e \u00e9 definida como a que estava fora da for\u00e7a de trabalho por n\u00e3o conseguir um emprego adequado, n\u00e3o ter experi\u00eancia ou qualifica\u00e7\u00e3o, ser considerada muito jovem ou idosa, ou n\u00e3o haver trabalho na localidade em que reside.<\/p>\n<p>A taxa de desalento atinge 4,1% da for\u00e7a de trabalho ampliada no Brasil e \u00e9 mais intensa na Regi\u00e3o Nordeste, com 9,7%. Em Alagoas, 17% da for\u00e7a de trabalho desistiram de procurar emprego e, no Maranh\u00e3o, 13,3%. No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, o desalento \u00e9 de 0,8%.<\/p>\n<p>Taxa de desemprego \u00e9 de 13,1%<br \/>\nO IBGE j\u00e1 tinha divulgado em 27 de abril que a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2018. Ela subiu para 13,1%.<\/p>\n<p>Se considerada cor ou ra\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o, a taxa evidencia desigualdades. Enquanto o desemprego \u00e9 de 10,5% entre os brancos, ele chega a 15,1% entre os pardos e 16% entre os pretos.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o parda corresponde a 52,6% dos desempregados no Brasil, embora  corresponda a 47,1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Os brancos, por sua vez, s\u00e3o 43,3% dos brasileiros e 35,2% dos desempregados. J\u00e1 os pretos s\u00e3o 8,7% da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e 11,6% dos desempregados, segundo dados do IBGE. <\/p>\n<p>Vinicius Lisboa &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n18\/05\/2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho no Brasil atingiu um n\u00edvel recorde no primeiro trimestre de 2018, informou, no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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