{"id":139136,"date":"2018-04-11T00:30:45","date_gmt":"2018-04-11T03:30:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=139136"},"modified":"2018-04-11T00:30:45","modified_gmt":"2018-04-11T03:30:45","slug":"exportacoes-do-agronegocio-sobem-41-em-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/exportacoes-do-agronegocio-sobem-41-em-marco\/139136","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio sobem 4,1% em mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p> As <strong><em>exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio<\/em><\/strong> brasileiro somaram US$ 9,08 bilh\u00f5es em mar\u00e7o, um crescimento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior (quando as vendas chegaram a US$ 8,73 bilh\u00f5es). Os dados foram divulgados pelo Minist\u00e9rio da Agricultura. J\u00e1 a importa\u00e7\u00f5es, por outro lado, registraram valor de US$ 1,29 bilh\u00e3o, o que representa queda de 6,9% na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o de 2017. Por causa disso, o saldo da balan\u00e7a comercial do \u00faltimo m\u00eas (exporta\u00e7\u00f5es menos importa\u00e7\u00f5es) foi de US$ 7,79 bilh\u00f5es. Os produtos do agroneg\u00f3cio representaram 45,2% do total das vendas externas brasileiras no per\u00edodo, com aumento de quase dois pontos percentuais de participa\u00e7\u00e3o comparado a mar\u00e7o do ano passado.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de avalia\u00e7\u00e3o, as exporta\u00e7\u00f5es foram puxadas principalmente por produtos de origem vegetal, como \u00e9 o caso da celulose, com 75,4% de incremento (vendas de US$ 765 milh\u00f5es), e as carnes, que somaram US$ 592 milh\u00f5es em vendas, um aumento de 22,1% na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o do ano passado. Tamb\u00e9m contribu\u00edram para esse crescimento as vendas de produtos como sucos (US$ 107,51 milh\u00f5es); cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (US$ 93,55 milh\u00f5es); fumo e seus produtos (US$ 78,84 milh\u00f5es) e fibras e produtos t\u00eaxteis (US$ 27,97 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Em termos de valor exportado, o complexo soja (soja em gr\u00e3o, farelo de soja e \u00f3leo em soja) representou 44,3% do total de vendas (US$ 4,03 bilh\u00f5es), enquanto carnes (in natura e industrializada) e produtos florestais (papel, celulose e mandeira) responderam, respectivamente, por 14,8% (US$ 1,34 bilh\u00e3o) e 13,9% (US$ 1,2 bilh\u00e3o). O complexo sucroalcooleiro (a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool) somou 7% do total em vendas (US$ 636 milh\u00f5es), seguido do caf\u00e9, com 4,5% (US$ 349 milh\u00f5es) do montante. Os cinco setores representam 84,4% das exporta\u00e7\u00f5es totais do agroneg\u00f3cio. O restante inclui itens como fumo, couro, frutas, cereais e farinhas, pescado e l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Importa\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de produtos do agroneg\u00f3cio sofreram queda de US$ 96,09 milh\u00f5es em mar\u00e7o deste ano na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o de 2017. Os principais produtos adquiridos pelo Brasil foram: pescados (US$ 142,72 milh\u00f5es); \u00e1lcool et\u00edlico (US$ 135,19 milh\u00f5es); trigo (US$ 87,73 milh\u00f5es); papel (US$ 78,73 milh\u00f5es) e vestu\u00e1rio e produtos t\u00eaxteis de algod\u00e3o (US$ 58,35 milh\u00f5es). Al\u00e9m dos pescados e do trigo, outros produtos que tiveram as maiores redu\u00e7\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es foram arroz (-US$ 30,93 milh\u00f5es); l\u00e1cteos (-US$ 22,53 milh\u00f5es) e malte (-US$ 15,24 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Destinos<\/p>\n<p>A \u00c1sia se manteve como principal regi\u00e3o de destino das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio, somando US$ 4,65 bilh\u00f5es. A Uni\u00e3o Europeia ocupou a segunda posi\u00e7\u00e3o no ranking de blocos econ\u00f4micos e regi\u00f5es geogr\u00e1ficas de destino das vendas externas do agroneg\u00f3cio brasileiro no m\u00eas. Houve crescimento de 22,9% nas vendas ao mercado, decorrentes, principalmente, do aumento das exporta\u00e7\u00f5es de celulose (162,6%); soja em gr\u00e3os (59,7%); sucos de laranja (38,8%); fumo n\u00e3o manufaturado (120,2%) e farelo de soja (12,9%).<\/p>\n<p>Trimestre<\/p>\n<p>No acumulado do primeiro trimestre de 2018, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio atingiram US$ 21,47 bilh\u00f5es, cifra que supera em 4,6% o resultado de igual per\u00edodo do ano passado, significando recorde para resultados de janeiro a mar\u00e7o. A quantidade embarcada, em termos de volume, subiu 6,7%, mas o \u00edndice geral de pre\u00e7o do setor sofreu queda de 1,9%, com destaque para carne de frango (-8,2%), carne su\u00edna (-16,9%), carne de peru (-22,2%) e complexo sucroalcooleiro (-25,7%).<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es recuaram 3,9% no trimestre, caindo de US$ 3,76 bilh\u00f5es para US$ 3,61 bilh\u00f5es, desempenho explicado, sobretudo, pela queda de 3,8% no \u00edndice de quantidade, enquanto o \u00edndice de pre\u00e7o teve ligeiro decr\u00e9scimo de 0,1%, de acordo com o Departamento de Acesso a Mercados do minist\u00e9rio. Com isso, no trimestre, o superavit comercial do agroneg\u00f3cio subiu de US$ 16,76 bilh\u00f5es para US$ 17,86 bilh\u00f5es, constituindo cifra recorde para per\u00edodos de janeiro-mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Em 12 meses<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio atingiram US$ 96,96 bilh\u00f5es nos \u00faltimos 12 meses, apurados entre abril de 2017 e mar\u00e7o deste ano. O n\u00famero representa crescimento de 13,5% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 85,42 bilh\u00f5es exportados entre abril de 2016 e mar\u00e7o de 2017. As importa\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio diminu\u00edram de US$ 14,35 bilh\u00f5es entre abril de 2016 e mar\u00e7o de 2017 para US$ 14,01 bilh\u00f5es entre abril de 2017 e mar\u00e7o de 2018, queda de 2,4%. Com isso, o saldo comercial do agroneg\u00f3cio dos \u00faltimos 12 meses foi de US$ 82,96 bilh\u00f5es, superior aos US$ 71,07 bilh\u00f5es no per\u00edodo anterior (2016\/2017).<\/p>\n<p>Os cinco principais setores exportadores do agroneg\u00f3cio apurados em 12 meses foram: complexo soja (participa\u00e7\u00e3o de 32,7%); carnes (participa\u00e7\u00e3o de 15,9%); produtos florestais (participa\u00e7\u00e3o de 12,8%); complexo sucroalcooleiro (participa\u00e7\u00e3o de 11,8%); e cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (participa\u00e7\u00e3o de 5,8%).<\/p>\n<p>Da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Denise Griesinger<br \/>\n11\/04\/2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro somaram US$ 9,08 bilh\u00f5es em mar\u00e7o, um crescimento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior (quando as vendas chegaram a US$ 8,73 bilh\u00f5es). 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