{"id":133303,"date":"2018-02-01T00:30:39","date_gmt":"2018-02-01T02:30:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=133303"},"modified":"2018-01-31T22:15:49","modified_gmt":"2018-02-01T00:15:49","slug":"numero-de-desempregados-no-brasil-sobe-125-de-2016-para-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/numero-de-desempregados-no-brasil-sobe-125-de-2016-para-2017\/133303","title":{"rendered":"N\u00famero de desempregados no Brasil sobe 12,5% de 2016 para 2017"},"content":{"rendered":"<p> O contingente de <strong><em>desempregados<\/em><\/strong> no pa\u00eds aumentou em 1,47 milh\u00e3o de pessoas de 2016 para 2017, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O total de desempregados passou de 11,76 milh\u00f5es na m\u00e9dia de 2016 para 13,23 milh\u00f5es em 2017, um aumento de 12,5%.<\/p>\n<p>De acordo com a Pnad, o n\u00famero de desempregados no pa\u00eds vem aumentando desde 2014, ano em que atingiu o patamar m\u00ednimo da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012, com um total de 6,7 milh\u00f5es de desempregados. De 2014 para 2017, quando se registrou o maior patamar da s\u00e9rie, o total de desempregados quase dobrou, j\u00e1 que teve um aumento de 96%.<\/p>\n<p>Para o IBGE, a nomenclatura oficial para desempregado \u00e9 \u201cdesocupado\u201d. Considera-se desocupada a pessoa que procurou emprego e n\u00e3o conseguiu. Aqueles que n\u00e3o est\u00e3o procurando emprego fazem parte da popula\u00e7\u00e3o em idade ativa, mas n\u00e3o s\u00e3o consideradas desocupadas.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o ocupada<\/p>\n<p> A popula\u00e7\u00e3o ocupada tamb\u00e9m teve um aumento (0,3%), passando de 90,38 milh\u00f5es de pessoas na m\u00e9dia de 2016 para 90,65 milh\u00f5es em 2017. Foi registrado um aumento de 264 mil postos de trabalho no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Apesar disso, os postos de trabalho com carteira assinada ca\u00edram 2,8%, ao passar de 34,29 milh\u00f5es na m\u00e9dia de 2016 para 33,34 milh\u00f5es em 2017. J\u00e1 os postos sem carteira assinada cresceram 5,5%, aumentando de 10,15 milh\u00f5es para 10,7 milh\u00f5es no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os setores com maior perda de postos de trabalho de um ano para o outro foram a agricultura e pecu\u00e1ria (-6,5%) e a constru\u00e7\u00e3o (-6,2%). O segmento de alojamento de alimenta\u00e7\u00e3o registrou um aumento de 11,1% no total de pessoas ocupadas.<\/p>\n<p>Quarto trimestre<\/p>\n<p>Considerando-se apenas o quarto trimestre de 2017, a popula\u00e7\u00e3o desocupada ficou em 12,3 milh\u00f5es de pessoas, o mesmo n\u00famero do \u00faltimo trimestre de 2016. Na compara\u00e7\u00e3o com o terceiro trimestre de 2017, no entanto, houve uma queda de 5% (ou 650 mil pessoas) nos desempregados, que eram 13 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o ocupada (92,1 milh\u00f5es) cresceu 0,9% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (mais 811 mil pessoas) e 2% na compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre de 2016. O n\u00famero de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milh\u00f5es) ficou est\u00e1vel ante o terceiro trimestre e recuou 2% (menos 685 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao quarto trimestre de 2016.<\/p>\n<p>Vitor Abdala &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Armando Cardoso<br \/>\n01\/02\/2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O contingente de desempregados no pa\u00eds aumentou em 1,47 milh\u00e3o de pessoas de 2016 para 2017, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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