{"id":133027,"date":"2018-01-30T00:07:55","date_gmt":"2018-01-30T02:07:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=133027"},"modified":"2018-01-29T17:05:27","modified_gmt":"2018-01-29T19:05:27","slug":"alunas-de-etec-criam-projeto-de-app-para-localizar-pessoas-desaparecidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/alunas-de-etec-criam-projeto-de-app-para-localizar-pessoas-desaparecidas\/133027","title":{"rendered":"Alunas de Etec criam projeto de app para localizar pessoas desaparecidas"},"content":{"rendered":"<p> Ap\u00f3s viver a experi\u00eancia angustiante de procurar pela irm\u00e3 deficiente, que desapareceu durante dois dias quando saiu para ir \u00e0 farm\u00e1cia, a estudante Maiala Safira Vieira Gomes, de 16 anos, da Escola T\u00e9cnica Estadual (Etec) Prof. Andr\u00e9 Bogasian, de Osasco, pensou em criar um aplicativo para auxiliar na localiza\u00e7\u00e3o de pessoas desaparecidas. Um ano depois, a ideia come\u00e7ou a ser desenvolvida sob a forma de um app no <strong><em>programa Pense Grande<\/em><\/strong> 2017.<\/p>\n<p>A iniciativa conquistou o primeiro lugar entre os 60 projetos que participaram da sele\u00e7\u00e3o. Promovido pela Funda\u00e7\u00e3o Telef\u00f4nica, em parceria com a rede global de empreendedores Impact Hub, o programa tem como objetivo estimular a\u00e7\u00f5es de empreendedorismo social entre jovens de escolas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Durante quatro meses, Maiala e suas colegas do curso t\u00e9cnico de Administra\u00e7\u00e3o Integrado ao Ensino M\u00e9dio, Vitoria Mazoni Castillero e Vitt\u00f3ria Vieira Zachi, trabalharam na elabora\u00e7\u00e3o da proposta, batizada de Find Lost. Tudo sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Miguel Del Barco e do especialista da Impact Hub Gabriel Barbieri.<\/p>\n<p>\u201cGra\u00e7as \u00e0s redes sociais, conseguimos localizar minha irm\u00e3\u201d, conta Maiala. \u201cMas seria mais f\u00e1cil se houvesse um app conectado a um banco de dados, com informa\u00e7\u00f5es dadas pelas fam\u00edlias, fotos e mapa indicando a \u00faltima localiza\u00e7\u00e3o daquela pessoa.\u201d<\/p>\n<p>As estudantes tamb\u00e9m pretendem integrar o app com delegacias e hospitais, ajudando a localizar cidad\u00e3os sem documentos que d\u00e3o entrada nesses locais. \u201cAs pessoas registradas como desaparecidas podem constar em boletins de ocorr\u00eancia, mas seus dados precisam ser cruzados para ajudar a encontrar alguma pista\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Ao longo da participa\u00e7\u00e3o no programa Pense Grande as alunas trabalharam no escopo do projeto e na interface do aplicativo. O pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 o desenvolvimento do sistema e da infraestrutura de dados. Depois ser\u00e1 feito o lan\u00e7amento e divulga\u00e7\u00e3o do aplicativo.<\/p>\n<p>Com a conquista do pr\u00eamio, o projeto ser\u00e1 credenciado como membro da Impact Hub e poder\u00e1 contar com apoio de mentores.<\/p>\n<p>Do Portal do Governo SP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s viver a experi\u00eancia angustiante de procurar pela irm\u00e3 deficiente, que desapareceu durante dois dias quando saiu para ir \u00e0 farm\u00e1cia, a estudante Maiala Safira Vieira Gomes, de 16 anos, da Escola T\u00e9cnica Estadual (Etec) Prof. Andr\u00e9 Bogasian, de Osasco, pensou em criar um aplicativo para auxiliar na localiza\u00e7\u00e3o de pessoas desaparecidas. 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