{"id":12842,"date":"2009-09-28T09:54:45","date_gmt":"2009-09-28T13:54:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=12842"},"modified":"2009-09-28T09:54:45","modified_gmt":"2009-09-28T13:54:45","slug":"cientista-ingles-propoe-banco-de-dados-de-sementes-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/cientista-ingles-propoe-banco-de-dados-de-sementes-no-brasil\/12842","title":{"rendered":"Cientista ingl\u00eas prop\u00f5e banco de dados de sementes no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O cientista brit\u00e2nico Wolfgang Stuppy, que participa do projeto Banco de Sementes do Mil\u00eanio, do Reino Unido, esteve no Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa\/MCT), em Manaus (AM), onde ministrou um curso de morfologia de frutos e sementes para alunos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bot\u00e2nica.\u00a0Na atividade, o cientista levantou a possibilidade do processo de coleta de sementes ser realizado no Brasil, como medida preventiva frente aos desafios globais atuais, como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cConhecendo as caracter\u00edsticas das sementes, voc\u00ea pode iniciar a conserva\u00e7\u00e3o do banco como medida preventiva para o futuro. Isso poderia ser feito no Brasil\u201d, explica o cientista, ressaltando a grande variedade de esp\u00e9cies na biodiversidade amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Stuppy atua no instituto internacional The Royal Botanic Gardens, Kew e, entre outras atividades, j\u00e1 foi colaborador do projeto Svalbard Global Seed Vault, na Noruega, que ficou mundialmente conhecido como Projeto Arca de No\u00e9, que tamb\u00e9m armazena sementes de esp\u00e9cies de plantas de todas as partes do mundo.<\/p>\n<p>Sobre a import\u00e2ncia da presen\u00e7a do pesquisador no Inpa, a coordenadora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bot\u00e2nica do Instituto, Maria L\u00facia Absys, destaca o valor dos conhecimentos ministrados nos cinco dias de curso. \u201cA diversidade aqui \u00e9 muito rica, e os alunos est\u00e3o aplicando uma s\u00e9rie de conhecimentos na pr\u00e1tica. Stuppy \u00e9 renomado na \u00e1rea de taxonomia outros assuntos ligados a bot\u00e2nica\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Estudo das sementes<\/p>\n<p>A pesquisa sobre frutas e sementes, segundo o pesquisador, ajuda tamb\u00e9m a entender como se d\u00e1 a distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies em uma determinada regi\u00e3o. Para o estudante do curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ecologia, Carlos Eduardo, os conhecimentos adquiridos possibilitam saber qual \u00e9 o papel ecol\u00f3gico das sementes e como elas se propagam.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel entender como as sementes funcionam e assim compreender porque algumas\u00a0se estabelecem ou n\u00e3o em determinado lugar e o que vai ajudar a entender melhor os processos\u201d, afirmou. A pesquisadora do Inpa Isolde Ferraz,\u00a0explica que algumas frutas, quando n\u00e3o maduras, podem representar perigo.<\/p>\n<p>\u201cNo curso\u00a0pudemos entender, por exemplo, que um fruto poderia ser venenosos quando imaturo. Muitos frutos precisam ser cozinhados para tornar o veneno inativo\u201d, disse Isolde Ferraz. Para ela, \u00e9 preciso conhecer mais as frutas e sementes da regi\u00e3o para que se possa implementar o conceito de desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cA Amaz\u00f4nia tem uma grande biodiversidade. Se\u00a0conhecermos bem as esp\u00e9cies existentes, vamos conserv\u00e1-la\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cientista brit\u00e2nico Wolfgang Stuppy, que participa do projeto Banco de Sementes do Mil\u00eanio, do Reino Unido, esteve no Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa\/MCT), em Manaus (AM), onde ministrou um curso de morfologia de frutos e sementes para alunos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bot\u00e2nica.\u00a0Na atividade, o cientista levantou a possibilidade do processo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12842","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-brasil","7":"entry","8":"gs-1","9":"gs-odd","10":"gs-even","11":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12842\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}