{"id":128062,"date":"2017-12-07T00:56:02","date_gmt":"2017-12-07T02:56:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=128062"},"modified":"2017-12-07T00:56:02","modified_gmt":"2017-12-07T02:56:02","slug":"custo-da-cesta-basica-cai-em-17-capitais-aponta-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/custo-da-cesta-basica-cai-em-17-capitais-aponta-dieese\/128062","title":{"rendered":"Custo da cesta b\u00e1sica cai em 17 capitais, aponta Dieese"},"content":{"rendered":"<p> O valor do conjunto de itens que comp\u00f5em a <strong><em>cesta b\u00e1sica<\/em><\/strong> caiu em novembro em 17 das 21 cidades, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). As maiores quedas ocorreram no Rio de Janeiro (3,25%), Bel\u00e9m (2,26%) e Bras\u00edlia (2,12%).<\/p>\n<p>As quatro altas foram registradas no Nordeste: Aracaju (0,21%), Macei\u00f3 (0,44%), Recife (0,58%) e Natal (0,96%). Mas foram os consumidores ga\u00fachos que pagaram mais caro pela cesta b\u00e1sica nesse per\u00edodo. Em Porto Alegre, o valor atingiu R$ 444,16, 0,61% abaixo do verificado em outubro.<\/p>\n<p>Os riograndenses tamb\u00e9m foram os que mais comprometeram o or\u00e7amento na compra dos produtos. Eles gastaram o equivalente a 51,52% do valor l\u00edquido do sal\u00e1rio m\u00ednimo vigente de R$ 937.<\/p>\n<p> A cidade de S\u00e3o Paulo aparece na sequ\u00eancia da lista de capitais mais onerosa, onde a cesta foi estimada em R$ 423,23, valor 1,14% inferior ao do m\u00eas anterior. O custo dos itens essenciais na mesa dos paulistanos acumula queda de 3,57% no ano e de 6,03%, em 12 meses.<\/p>\n<p>O terceiro maior valor da cesta b\u00e1sica foi constatado em Florian\u00f3polis (R$ 415,00), onde o pre\u00e7o m\u00e9dio teve retra\u00e7\u00e3o de 0,34% em rela\u00e7\u00e3o a outubro, de 8,55% desde janeiro e de 10,99% em 12 meses.<\/p>\n<p>O valor mais baixo foi encontrado em Salvador (R$ 315,98), seguida de Jo\u00e3o Pessoa (R$ 324,90) e Recife (R$ 327,85).<\/p>\n<p>No acumulado do ano, todas as capitais tiveram redu\u00e7\u00e3o. O recuo mais expressivo ocorreu em Campo Grande (14,43%), onde o valor da cesta atingiu R$ 364,33.<\/p>\n<p>De acordo com estimativa, o sal\u00e1rio m\u00ednimo ideal deveria ser de R$ 3.731,39 para a compra da cesta e para as despesas essenciais de uma fam\u00edlia de quatro pessoas. Esse valor equivale a 3,98 vezes o m\u00ednimo em vigor. Em igual m\u00eas de 2016, o ganho foi avaliado em R$ 3.940,41 ou 4,48 vezes o sal\u00e1rio m\u00ednimo, que, naquela \u00e9poca, era de R$ 880.<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Fernando Fraga<br \/>\n07\/12\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O valor do conjunto de itens que comp\u00f5em a cesta b\u00e1sica caiu em novembro em 17 das 21 cidades, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). As maiores quedas ocorreram no Rio de Janeiro (3,25%), Bel\u00e9m (2,26%) e Bras\u00edlia (2,12%). 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