{"id":12057,"date":"2009-09-17T11:36:07","date_gmt":"2009-09-17T15:36:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=12057"},"modified":"2009-09-17T11:36:07","modified_gmt":"2009-09-17T15:36:07","slug":"movimentacao-da-mulher-da-classe-c-em-relacao-ao-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/movimentacao-da-mulher-da-classe-c-em-relacao-ao-mercado-de-trabalho\/12057","title":{"rendered":"Movimenta\u00e7\u00e3o da mulher da classe C em rela\u00e7\u00e3o ao mercado de trabalho"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa &#8211; 30% dos domic\u00edlios s\u00e3o chefiados por <strong>mulheres<\/strong> &#8211; entre as classes A-B, 25% da <strong>renda familiar<\/strong> vem de mulheres, j\u00e1 na classe C, os rendimentos femininos representam 40%. Uma an\u00e1lise do instituto Data Popular revelou que as jovens mulheres da classe C estudam mais que seus pais estudaram e apresentam maior interesse pelo mercado de trabalho que as mulheres da classe A. Da mesma forma, o <strong>mercado de trabalho feminino<\/strong> hoje \u00e9 composto em sua maioria por mulheres da base da pir\u00e2mide e por estar diretamente associado ao crescimento do \u00edndice de escolaridade, se desenvolver\u00e1 sustentado pelo novo perfil de escolaridade das jovens trabalhadoras da classe C. Ser\u00e3o elas que dominar\u00e3o o mercado de trabalho, as fam\u00edlias e consequentemente o consumo nos pr\u00f3ximos anos. Atualmente 51,3%, ou seja, 96 milh\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 feminina e 80,6 milh\u00f5es est\u00e3o na classe C, D e E e de um modo geral, elas j\u00e1 det\u00eam escolaridade superior a dos homens.<br \/>\n\u00c9 cada vez mais dif\u00edcil distinguir a diferen\u00e7a de preparo entre as novas trabalhadoras das classes C, B e A. Atualmente as m\u00e9dias de tempo de escola s\u00e3o 12,7 anos na classe A, 10,5 anos na B, 7,7 anos para C, mas isso tende a mudar. Quanto maior a idade das mulheres, menor a diferen\u00e7a entre a escolaridade nas diversas classes sociais. &#8220;No Brasil 30% dos domic\u00edlios s\u00e3o chefiados por mulheres &#8211; entre as classes A-B, 25% da renda familiar vem de mulheres, j\u00e1 na classe C, os rendimentos femininos representam 40%. \u00c9 como se a classe AB estivesse voltando para casa e a classe C saindo para trabalhar&#8221;, constata Renato Meirelles, especialista do Data Popular e respons\u00e1vel pela an\u00e1lise.<\/p>\n<p>Considerando as jovens mulheres da classe C, 68,1 % j\u00e1 possuem escolaridade maior que a m\u00e3e. As mulheres com algum tipo de atividade remunerada nas classes AB representam 1,1 milh\u00e3o. A tend\u00eancia que se v\u00ea na realidade brasileira \u00e9 que com a universaliza\u00e7\u00e3o do ensino m\u00e9dio e o aumento de jovens no ensino superior, mais mulheres da classe C estudem e se tornem chefes de fam\u00edlia. 18 milh\u00f5es de mulheres brasileiras, isto \u00e9, 31%, hoje t\u00eam menos de 20 anos, ou seja, existe um grande potencial para que essas pessoas, nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, se transformem em consumidoras mais bem informadas e, portanto mais exigentes &#8211; o que determinar\u00e1 os novos rumos do mercado em muitos dos seus segmentos e tamb\u00e9m na comunica\u00e7\u00e3o publicit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Entre as mulheres de 18 a 25 anos da classe C, em compara\u00e7\u00e3o com a gera\u00e7\u00e3o dos pais, j\u00e1 \u00e9 n\u00edtida a mudan\u00e7a que est\u00e1 ocorrendo. 58,9% fazem mais pesquisas de pre\u00e7o antes de comprar, 59,6% s\u00e3o mais estressadas, 70,3% s\u00e3o mais interessadas em pol\u00edtica, 72% tem menos tempo para se dedicar \u00e0 fam\u00edlia, 79,2% s\u00e3o mais vaidosas e 91,7% s\u00e3o mais consumistas.<\/p>\n<p>SOBRE A POPULA\u00c7\u00c3O FEMININA:<\/p>\n<p>80 milh\u00f5es de mulheres pertencem as classes C,D e E<\/p>\n<p>Escolaridade<\/p>\n<p>Apenas 10% das mulheres de classes C estudaram mais que seus pais, contra 68% das jovens de classe C.<\/p>\n<p>O que pensa a mulher entre 18 e 25 anos da classe c em compara\u00e7\u00e3o com \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de seus pais:<\/p>\n<p>70,3% Mais interessadas em pol\u00edtica<br \/>\n79,2% Mais vaidosas<br \/>\n59,6% Mais estressadas<br \/>\n91,7% Mais consumistas<br \/>\n58,9% Fazem mais pesquisa de pre\u00e7o<br \/>\n72% Menos tempo para se dedicar a fam\u00edlia<br \/>\n25% do total do total da renda da classe A vem da Mulher quanto 41% na classe C<\/p>\n<p>Sobre o DATA Popular &#8211;\u00a0Criado em 2002, o DATA Popular surgiu para produzir conhecimento de qualidade sobre o mercado popular no Brasil. A empresa \u00e9 especialista no desenvolvimento de pesquisas e an\u00e1lises para entender como funciona o mercado de baixa renda. Seus estudos avaliam a rela\u00e7\u00e3o deste p\u00fablico com produtos e marcas para descobrir qual a melhor forma de se comunicar com um segmento respons\u00e1vel por um mercado de R$ 620 bilh\u00f5es por ano.. Entre os clientes atendidos est\u00e3o Associa\u00e7\u00e3o Comercial de S\u00e3o Paulo, Alpargatas, Aon Affinity, Banco IBI, Bovespa, Camargo Correa, Dia%, Faber-Castell, Grupo P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, Grupo Silvio Santos, Intel, Marabr\u00e1z, Microsoft, Minist\u00e9rio do Turismo, Natura, Nestl\u00e9, Pernambucanas, Procter &amp; Gamble, Sadia, SBT, Schering-Plough, Telef\u00f4nica, Wal-Mart, entre outros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa &#8211; 30% dos domic\u00edlios s\u00e3o chefiados por mulheres &#8211; entre as classes A-B, 25% da renda familiar vem de mulheres, j\u00e1 na classe C, os rendimentos femininos representam 40%. 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