{"id":119135,"date":"2017-08-16T00:10:21","date_gmt":"2017-08-16T03:10:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=119135"},"modified":"2017-08-15T17:46:19","modified_gmt":"2017-08-15T20:46:19","slug":"industrias-gastaram-mais-de-r-27-bilhoes-com-seguranca-em-2016-diz-cni","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/industrias-gastaram-mais-de-r-27-bilhoes-com-seguranca-em-2016-diz-cni\/119135","title":{"rendered":"Ind\u00fastrias gastaram mais de R$ 27 bilh\u00f5es com seguran\u00e7a em 2016, diz CNI"},"content":{"rendered":"<p> As perdas causadas com roubo, furto ou vandalismo somadas aos gastos com <strong><em>seguros e seguran\u00e7a privada<\/em><\/strong>, consumiram mais de R$ 27 bilh\u00f5es do faturamento das ind\u00fastrias do pa\u00eds em 2016. Os dados constam de um levantamento divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). O estudo mostra ainda que uma em cada tr\u00eas ind\u00fastrias foram atingidas.<\/p>\n<p>\u201cDe acordo com a pesquisa, 53% das empresas v\u00edtimas da viol\u00eancia avaliam que os preju\u00edzos com os crimes atingiram at\u00e9 0,5% do faturamento. Na m\u00e9dia, as perdas para as empresas que enfrentaram roubos, assaltos ou vandalismos equivalem a 0,69% do faturamento, ou R$ 5,8 bilh\u00f5es em 2016\u201d, diz o documento.<\/p>\n<p>O levantamento foi feito com 2.952 ind\u00fastrias de pequeno, m\u00e9dio e grande portes de todo o pa\u00eds. Segundo a CNI, 57% dos entrevistados consideram que os crimes de roubo, furto ou vandalismo aumentaram na localidade onde a empresa est\u00e1 sediada. Com isso, a ind\u00fastria refor\u00e7ou os gastos com seguran\u00e7a privada e com a contrata\u00e7\u00e3o de seguros.<\/p>\n<p>&#8220;A contrata\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a privada \u00e9 maior entre as empresas da ind\u00fastria extrativa. Nesse segmento industrial, 64% das empresas contrataram seguran\u00e7a privada em 2016&#8221;, diz o estudo. No setor da constru\u00e7\u00e3o, esse n\u00famero foi de 56% e, na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, 54%. Em m\u00e9dia, as empresas gastaram 0,64% do faturamento com servi\u00e7os de seguran\u00e7a privada, o que equivale a R$ 10,5 bilh\u00f5es de 2016.<\/p>\n<p>O levantamento da CNI mostra tamb\u00e9m que a falta de seguran\u00e7a tem consequ\u00eancia na decis\u00e3o das empresas em investir. Entre os entrevistados, 35% afirmam que a falta de seguran\u00e7a afeta muito ou moderadamente a decis\u00e3o sobre investimento, percentual que sobe para 47% entre os que consideram que a  criminalidade cresceu nas regi\u00f5es onde suas ind\u00fastrias est\u00e3o instaladas..<\/p>\n<p>&#8220;Esse dado indica que as empresas podem reduzir seu investimento em localidades com piora na seguran\u00e7a p\u00fablica, chegando, no limite, a desistir de instalar plantas produtivas ou expandir as que l\u00e1 se encontram&#8221;, avalia a CNI.<\/p>\n<p>A\u00e9cio Amado &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Fernando Fraga<br \/>\n16\/08\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As perdas causadas com roubo, furto ou vandalismo somadas aos gastos com seguros e seguran\u00e7a privada, consumiram mais de R$ 27 bilh\u00f5es do faturamento das ind\u00fastrias do pa\u00eds em 2016. 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