{"id":117467,"date":"2017-07-21T00:08:38","date_gmt":"2017-07-21T03:08:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=117467"},"modified":"2017-07-20T12:38:24","modified_gmt":"2017-07-20T15:38:24","slug":"remuneracao-inicial-de-trabalhadores-tem-aumento-de-352-aponta-caged","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/remuneracao-inicial-de-trabalhadores-tem-aumento-de-352-aponta-caged\/117467","title":{"rendered":"Remunera\u00e7\u00e3o inicial de trabalhadores tem aumento de 3,52%, aponta Caged"},"content":{"rendered":"<p> A <strong><em>m\u00e9dia dos sal\u00e1rios de admiss\u00e3o<\/em><\/strong> no pa\u00eds aumentou 3,52%, no primeiro semestre deste ano, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016. A remunera\u00e7\u00e3o inicial ficou em R$ 1.463,67, de janeiro a junho deste ano, contra R$ 1.413,84 nos primeiros seis meses de 2016. A m\u00e9dia deste semestre tamb\u00e9m ficou acima da registrada no primeiro semestre de 2014, que era o melhor resultado registrado at\u00e9 ent\u00e3o pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho.<\/p>\n<p>De acordo com os dados do Caged, houve uma revers\u00e3o de tend\u00eancia este ano, ap\u00f3s duas quedas consecutivas no primeiro semestre dos dois anos anteriores. Depois de bater em R$ 1.434,62 em 2014, a m\u00e9dia dos sal\u00e1rios de admiss\u00e3o caiu para R$ 1.454,62 em 2015 e para R$ 1.413,84, em 2016.<\/p>\n<p>Mulheres<\/p>\n<p>O aumento foi maior para as mulheres, que tiveram m\u00e9dia de R$ 1.370,29, de janeiro a junho de 2017, contra R$ 1.314,48 nos primeiros seis meses de 2016 (+4,25 %) . Para os homens, a alta foi de 3,20% na mesma compara\u00e7\u00e3o, passando de R$ 1.475,05 para R$ R$ 1.522,23. No entanto, a diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres permanece.<\/p>\n<p>Os aumentos salariais foram registrados em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. O maior \u00edndice foi verificado no Sudeste, chegando a uma alta de 3,98%, com valores m\u00e9dios passando de R$ 1.516,75 para R$ 1.577,14. As mulheres do Sudeste tamb\u00e9m tiveram vantagem, com aumento m\u00e9dio de 4,90%, enquanto que para os homens o salto foi de 3,50%.<\/p>\n<p> O segundo maior aumento foi da Regi\u00e3o Sul, com 3,40% \u2013 alta de 4,05% para mulheres e 3,08% para os homens. Depois, aparecem o Centro-Oeste (+3,18% em m\u00e9dia), Nordeste (+2,94 %) e Norte (+1,70 %) , sempre com \u00edndices maiores para os sal\u00e1rios de admiss\u00e3o femininos.<\/p>\n<p>Apesar do avan\u00e7o no sal\u00e1rio das mulheres, a an\u00e1lise de dados entre os estados do pa\u00eds aponta que a diferen\u00e7a entre sal\u00e1rios iniciais permance. Em S\u00e3o Paulo, que registra a maior m\u00e9dia salarial inicial, a remunera\u00e7\u00e3o dos contratados foi de R$ 1.696,73, sendo R$ 1.777,31 para homens e R$ 1.582,70 para mulheres.<\/p>\n<p>Escolaridade<\/p>\n<p>Novos contratados com ensino superior foram a \u00fanica categoria que registrou queda no valor da reumunera\u00e7\u00e3o inicial, de 0,10%. A diminui\u00e7\u00e3o foi motivada pelos sal\u00e1rios masculinos, que baixaram 0,97%, uma vez que os valores pagos para mulheres rec\u00e9m-contratadas subiram 0,96%, em m\u00e9dia, no primeiro semestre de 2017. Nos demais n\u00edveis de escolaridade foram registrados aumentos na remunera\u00e7\u00e3o inicial, com \u00edndices maiores para quem tem ensino m\u00e9dio incompleto (aumento de 3,16 %), analfabetos (aumento de 3,09 %) e ensino fundamental incompleto do 6\u00ba ao 9\u00ba ano (avan\u00e7o de 2,93 %) .<\/p>\n<p>Balan\u00e7o<\/p>\n<p>No m\u00eas de junho, o mercado de trabalho brasileiro abriu 9.821 novos postos, varia\u00e7\u00e3o de 0,03% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Essa \u00e9 a terceira expans\u00e3o consecutiva e a quarta registrada no ano. No acumulado do ano, o saldo alcan\u00e7ou 67.358 vagas de emprego abertas. No mesmo per\u00edodo do ano passado, o saldo foi negativo, com 531.765 postos de trabalho fechados a mais que abertos.<\/p>\n<p>A expans\u00e3o no setor da agropecu\u00e1ria gerou o maior saldo positivo nos empregos do m\u00eas, com o total de 36.827 postos de trabalho. No entanto, o resultado acumulado nos \u00faltimos 12 meses ainda aponta uma redu\u00e7\u00e3o de 749.060 postos de trabalho. No m\u00eas de junho, as maiores redu\u00e7\u00f5es foram registradas nos setores de constru\u00e7\u00e3o civil (redu\u00e7\u00e3o de 8.963 postos de trabalho), ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (redu\u00e7\u00e3o de 7.887 postos), servi\u00e7os (redu\u00e7\u00e3o de 7.273 postos) e com\u00e9rcio (com o fechamento de 2.747 vagas de trabalho).<\/p>\n<p>O recuo nas vagas no m\u00eas de junho foi registrado por nove estados, que somados perderam 25.806 postos. O Rio Grande do Sul, registrou a maior perda, com a redu\u00e7\u00e3o de 9.513 postos de trabalho, em todos os setore. Em seguida, est\u00e3o Rio de Janeiro, com a redu\u00e7\u00e3o de 5.689 vagas de trabalho; Paran\u00e1, com a perda de 3.561 postos de trabalho; Distrito Federal, com redu\u00e7\u00e3o de 2.484 postos e Santa Catarina, com a redu\u00e7\u00e3o de 1.546 vagas.<\/p>\n<p>Heloisa Cristaldo &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Amanda Cieglinski<br \/>\n21\/07\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A m\u00e9dia dos sal\u00e1rios de admiss\u00e3o no pa\u00eds aumentou 3,52%, no primeiro semestre deste ano, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016. A remunera\u00e7\u00e3o inicial ficou em R$ 1.463,67, de janeiro a junho deste ano, contra R$ 1.413,84 nos primeiros seis meses de 2016. 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