{"id":116894,"date":"2017-07-12T00:11:11","date_gmt":"2017-07-12T03:11:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=116894"},"modified":"2017-07-11T19:57:08","modified_gmt":"2017-07-11T22:57:08","slug":"producao-industrial-avanca-em-10-dos-14-locais-pesquisados-no-mes-de-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/producao-industrial-avanca-em-10-dos-14-locais-pesquisados-no-mes-de-maio\/116894","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial avan\u00e7a em 10 dos 14 locais pesquisados no m\u00eas de maio"},"content":{"rendered":"<p> O crescimento de 0,8% na <strong><em>produ\u00e7\u00e3o industrial<\/em><\/strong> em maio, reflete expans\u00e3o no parque fabril em 10 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que divulgou os dados regionalizados da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional, o crescimento que se refere aos dados dessazonalizados teve como principal destaque o estado do Cear\u00e1, onde a expans\u00e3o chegou a 5,9%, representando 5,1 pontos percentuais acima do crescimento m\u00e9dio nacional da ind\u00fastria e j\u00e1 divulgado na semana passada pelo IBGE, com \u00edndice de 0,8%. <\/p>\n<p>Em seguida vem a Bahia, cuja expans\u00e3o, n\u00e3o menos significativa, chegou a 3,6% e o Par\u00e1, com 3,1%. O Cear\u00e1 foi a segunda expans\u00e3o consecutiva, acumulando em abril e maio alta de 7,3%; enquanto a Bahia reverteu a queda de 0,7% registrado no m\u00eas de abril. O estado do Par\u00e1 eliminou parte da perda de 7,5% acumulada entre fevereiro e abril deste ano.<\/p>\n<p>No Rio Grande do Sul e em S\u00e3o Paulo a expans\u00e3o foi 2,5%; em Santa Catarina (1,4%); no Paran\u00e1 (1,4%); e na Regi\u00e3o Nordeste (1,3%);  todos com resultados foram acima da m\u00e9dia nacional da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Com resultados positivos ficaram ainda Goi\u00e1s, que registrou o mesmo avan\u00e7o de 0,8% do crescimento da ind\u00fastria para a totalidade do pa\u00eds; e Pernambuco, que apresentou resultado praticamente est\u00e1vel ao crescer apenas 0,1%.<\/p>\n<p>Entre os quatro estados com resultados negativos ficaram o Amazonas, cuja ind\u00fastria registrou a maior retra\u00e7\u00e3o: de -3,6%, intensificando a queda de 0,6% verificada no m\u00eas anterior. As demais taxas negativas foram assinaladas no Esp\u00edrito Santo (-1,9%), Rio de Janeiro (-1,6%) e em Minas Gerais (-0,2%). <\/p>\n<p>Acumulado no ano<\/p>\n<p>Os dados do IBGE indicam, por outro lado, que o crescimento de 0,5% acumulado pelo ind\u00fastria nos primeiros cinco meses do ano (janeiro-maio) reflete expans\u00f5es em 10 dos 15 locais pesquisados, frente a igual per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Os avan\u00e7os mais acentuados foram assinalados pelo Rio de Janeiro, que ao avan\u00e7ar 4,6%, chegou a registrar crescimento 4,1 pontos percentuais acima da m\u00e9dia nacional; Santa Catarina (4,3%); Esp\u00edrito Santo (3,4%); e Paran\u00e1 (3,1%).<\/p>\n<p>Em Minas Gerais o crescimento foi 2,1%; no Amazonas e no Rio Grande do Sul (1,9%); em Goi\u00e1s (1,5%); e em Pernambuco (1,3%) &#8211; todos com resultados est\u00e3o acima da taxa m\u00e9dia do pa\u00eds de 0,5%. J\u00e1 o Par\u00e1 registrou expans\u00e3o de 0,2%. <\/p>\n<p>Segundo o IBGE, nesses locais, o maior dinamismo foi \u201cparticularmente influenciado por fatores relacionados \u00e0 expans\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial aqueles voltados para o setor agr\u00edcola e de constru\u00e7\u00e3o); de bens intermedi\u00e1rios (min\u00e9rios de ferro, petr\u00f3leo, celulose, siderurgia e derivados da extra\u00e7\u00e3o da soja); de bens de consumo dur\u00e1veis (autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d); e de bens de consumo semi-dur\u00e1veis e n\u00e3o dur\u00e1veis (cal\u00e7ados, produtos t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio). <\/p>\n<p>Por outro lado, a Bahia, ao fechar os primeiros cinco meses com queda de 6,6% em seu parque fabril, apontou o recuo mais elevado no \u00edndice acumulado do ano, chegando a ficar 7,1 pontos percentuais abaixo do crescimento m\u00e9dio nacional do per\u00edodo.<\/p>\n<p>A queda expressiva foi pressionada, principalmente, pelo comportamento negativo vindo dos setores de metalurgia (barras, perfis e vergalh\u00f5es de cobre e de ligas de cobre) e de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (\u00f3leo diesel, naftas para petroqu\u00edmica e gasolina automotiva).<\/p>\n<p>Os demais resultados negativos foram registrados na Regi\u00e3o Nordeste (-1,6%),  no Mato Grosso (-1,4%),  em S\u00e3o Paulo (-0,6%) e  no Cear\u00e1 (-0,2%). <\/p>\n<p>Ind\u00fastria Cearense<\/p>\n<p>Os dados divulgados pelo IBGE indicam, ainda, que o expressivo crescimento de 5,9% verificado na ind\u00fastria cearense de abril para maio foi impulsionado principalmente pelos setores de petr\u00f3leo, vestu\u00e1rio e cal\u00e7ados. <\/p>\n<p>O expressivo resultado acontece depois de o estado ter atingido em novembro do ano passado o patamar mais baixo de produ\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie hist\u00f3rica: de -28,6%. A ind\u00fastria cearense j\u00e1 havia mostrado recupera\u00e7\u00e3o no m\u00eas de abril (1,3%), o que levou o crescimento de maio fechar os dois \u00faltimos meses com avan\u00e7o de 7,3%.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Val\u00e9ria Aguiar<br \/>\n12\/07\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento de 0,8% na produ\u00e7\u00e3o industrial em maio, reflete expans\u00e3o no parque fabril em 10 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que divulgou os dados regionalizados da produ\u00e7\u00e3o. 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