{"id":116427,"date":"2017-07-05T00:11:52","date_gmt":"2017-07-05T03:11:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=116427"},"modified":"2017-07-04T16:01:21","modified_gmt":"2017-07-04T19:01:21","slug":"confianca-dos-micro-e-pequenos-empresarios-diminui-58-em-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/confianca-dos-micro-e-pequenos-empresarios-diminui-58-em-junho\/116427","title":{"rendered":"Confian\u00e7a dos micro e pequenos empres\u00e1rios diminui 5,8% em junho"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>Indicador de Confian\u00e7a do Micro e Pequeno Empres\u00e1rio<\/em><\/strong> (ICMPE) registrou 46,9 pontos em junho. Comparado com maio, o recuo foi de 2,9 pontos ou, em termos percentuais, uma queda de 5,8%. Na varia\u00e7\u00e3o anual, o \u00edndice supera os 42,9 pontos de junho do ano passado. O indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais acima de 50 pontos, maior \u00e9 a confian\u00e7a; quanto mais abaixo, maior a desconfian\u00e7a. Os dados foram divulgados pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).<\/p>\n<p>\u201cAo longo dos \u00faltimos anos, a sondagem mostrou que a crise pol\u00edtica \u00e9 fator sempre relevante para justificar o pessimismo com o futuro da economia. Havendo o aprofundamento do impasse pol\u00edtico e, por consequ\u00eancia, o adiamento das reformas estruturais, corre-se o risco de a confian\u00e7a voltar ao patamar do auge da crise, adiando ainda mais a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica\u201d, analisou o presidente da CNDL, Hon\u00f3rio Pinheiro.<\/p>\n<p>O Indicador de Confian\u00e7a \u00e9 composto pelo Indicador de Condi\u00e7\u00f5es Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es gerais, busca-se medir a percep\u00e7\u00e3o dos micro e pequenos varejistas e empres\u00e1rios de servi\u00e7os sobre os \u00faltimos seis meses. Por meio das expectativas, busca-se medir o que se espera para os pr\u00f3ximos seis meses.<\/p>\n<p>Piora na economia<\/p>\n<p>O Indicador de Condi\u00e7\u00f5es Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empres\u00e1rio sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos \u00faltimos seis meses, atingiu 32,2 pontos em junho, ante 34,5 pontos em maio. \u201cPara a maioria dos micro e pequenos empres\u00e1rios a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds e de suas empresas vem piorando com o passar do tempo\u201d, diz o boletim.<\/p>\n<p>Para 67% dos micro e pequenos empres\u00e1rios de varejo e servi\u00e7os, a economia piorou ou piorou muito, enquanto s\u00f3 10% consideram ter havido melhora. Com os neg\u00f3cios, uma propor\u00e7\u00e3o menor, 53%, julga ter havido piora.<\/p>\n<p>Entre os empres\u00e1rios que avaliaram que a situa\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio piorou nos \u00faltimos seis meses, 66% identificou a piora com a queda das vendas. Outros 13% dizem que a situa\u00e7\u00e3o de seu neg\u00f3cio piorou em raz\u00e3o do aumento dos pre\u00e7os de insumos ou produtos e 8% alegam atuar em um ramo que est\u00e1 em baixa. Al\u00e9m desses, 6% mencionam o crescimento da inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<p>Futuro<\/p>\n<p>O Indicador de Expectativas, que serve de term\u00f4metro para avaliar o que o empres\u00e1rio aguarda para o futuro, mostrou que quatro em cada dez (41%) micro e pequenos empres\u00e1rios est\u00e3o confiantes com o futuro da economia brasileira. Quando perguntados sobre a realidade da sua empresa, o \u00edndice \u00e9 maior e chega a 53% dos empres\u00e1rios consultados. O percentual de pessimistas com a economia e com os neg\u00f3cios \u00e9 de 24% e de 14%, respectivamente.<\/p>\n<p>Entretanto, 41% dos empres\u00e1rios que se dizem confiantes n\u00e3o sabem explicar a raz\u00e3o de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas acontecer\u00e3o. H\u00e1 tamb\u00e9m 21% que acreditam que a crise pol\u00edtica ser\u00e1 resolvida e 14% que observam sinais de melhora no cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico.<\/p>\n<p>Entre os que est\u00e3o otimistas com o pr\u00f3prio neg\u00f3cio, 37% tamb\u00e9m n\u00e3o sabem a raz\u00e3o, 22% acreditam que \u00e9 devido \u00e0 boa gest\u00e3o do pr\u00f3prio neg\u00f3cio e 14% creem que \u00e9 devido aos investimentos para enfrentar a crise.<\/p>\n<p>Entre os entrevistados, 45% dos empres\u00e1rios acredita que o faturamento das suas empresas deve se manter est\u00e1vel nos pr\u00f3ximos seis meses. Destes, 40% acreditam que deve aumentar e apenas 8% acreditam que suas receitas cair\u00e3o. Entre os que esperam crescimento, 32% n\u00e3o sabem apontar a raz\u00e3o do otimismo, enquanto 20% creditam a melhora \u00e0 busca de novas estrat\u00e9gias de vendas e 16% afirmam ter melhorado a gest\u00e3o da empresa.<\/p>\n<p>Ludmilla Souza \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Lidia Neves<br \/>\n05\/07\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Indicador de Confian\u00e7a do Micro e Pequeno Empres\u00e1rio (ICMPE) registrou 46,9 pontos em junho. Comparado com maio, o recuo foi de 2,9 pontos ou, em termos percentuais, uma queda de 5,8%. Na varia\u00e7\u00e3o anual, o \u00edndice supera os 42,9 pontos de junho do ano passado. 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