{"id":116155,"date":"2017-06-30T00:09:26","date_gmt":"2017-06-30T03:09:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=116155"},"modified":"2017-06-29T18:58:50","modified_gmt":"2017-06-29T21:58:50","slug":"numero-de-empresas-com-contas-atrasadas-cresce-335-em-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/numero-de-empresas-com-contas-atrasadas-cresce-335-em-maio\/116155","title":{"rendered":"N\u00famero de empresas com contas atrasadas cresce 3,35% em maio"},"content":{"rendered":"<p> O n\u00famero de <strong><em>empresas com contas em atraso<\/em><\/strong> e registradas nos cadastros de devedores cresceu 3,35% em maio na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, segundo dados do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). \u00c9 a menor varia\u00e7\u00e3o para os meses de maio desde 2011, in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Na compara\u00e7\u00e3o com abril, houve uma queda de 0,16%.<\/p>\n<p>\u201cEsse abrandamento do aumento do n\u00famero de empresas negativadas, observado nos \u00faltimos meses, ocorre depois de um per\u00edodo de forte crescimento da inadimpl\u00eancia. Mesmo com o pa\u00eds ainda em crise, isso tem acontecido por causa da maior restri\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito e menor propens\u00e3o a investir, que trazem redu\u00e7\u00e3o do endividamento\u201d, disse o presidente da CNDL, Hon\u00f3rio Pinheiro.<\/p>\n<p>Segundo Pinheiro, a expectativa \u00e9 a de que nos pr\u00f3ximos meses a atividade econ\u00f4mica se mantenha fraca e os empres\u00e1rios permane\u00e7am cautelosos, devido ao cen\u00e1rio de grande incerteza pol\u00edtica. \u201cIsso deve manter o crescimento da inadimpl\u00eancia das empresas em patamares discretos frente \u00e0 s\u00e9rie hist\u00f3rica como um todo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>De acordo com as an\u00e1lises do SPC Brasil e da CNDL o n\u00famero de d\u00edvidas em atraso aumentou 1,04% na compara\u00e7\u00e3o anual, sendo o menor resultado da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Na compara\u00e7\u00e3o mensal, na passagem de abril para maio, a varia\u00e7\u00e3o negativa foi de -0,22%.<\/p>\n<p>Quando analisadas as regi\u00f5es, o Nordeste foi a regi\u00e3o que mais teve empresas em inadimpl\u00eancia, com aumento de 4,53% na compara\u00e7\u00e3o com maio do ano passado. Em seguida, aparecem as regi\u00f5es Norte com avan\u00e7o de 3,67%; Sudeste (3,40%), Centro-oeste (3,01%) e Sul (0,90%).<\/p>\n<p>Entre os segmentos devedores, os que tiveram maiores altas foram servi\u00e7os (6,31%) e agricultura (5,23%), seguidos pela ind\u00fastria (2,72%) e empresas que atuam no setor de com\u00e9rcio (1,90%).<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, o maior crescimento das d\u00edvidas de pessoas jur\u00eddicas ficaram por conta das empresas do com\u00e9rcio (6,17%), seguidas das ind\u00fastrias (5,50%). O segmento de servi\u00e7os (que engloba bancos e financeiras) teve queda de -0,44%. O segmento de agricultura registrou recuo de -16,16%.<\/p>\n<p>O levantamento leva em conta as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis na base de dados do SPC Brasil e da CNDL sobre a capitais e interior das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fl\u00e1via Albuquerque \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n30\/06\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de empresas com contas em atraso e registradas nos cadastros de devedores cresceu 3,35% em maio na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, segundo dados do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). \u00c9 a menor varia\u00e7\u00e3o para os meses de maio desde [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":38938,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-116155","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116155","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=116155"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116155\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38938"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=116155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=116155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=116155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}