{"id":112856,"date":"2017-05-10T00:11:32","date_gmt":"2017-05-10T03:11:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=112856"},"modified":"2017-05-09T16:10:08","modified_gmt":"2017-05-09T19:10:08","slug":"producao-industrial-cai-na-maioria-das-regioes-pesquisadas-pelo-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/producao-industrial-cai-na-maioria-das-regioes-pesquisadas-pelo-ibge\/112856","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial cai na maioria das regi\u00f5es pesquisadas pelo IBGE"},"content":{"rendered":"<p> Dados divulgados no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), relativos \u00e0 <strong><em>Pesquisa Industrial Mensal<\/em><\/strong> Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Regional (PIM-PF), detalhando o comportamento do setor por regi\u00f5es, indicam que a retra\u00e7\u00e3o a n\u00edvel nacional foi puxada por Santa Catarina, onde a queda de 4% na compara\u00e7\u00e3o de fevereiro para mar\u00e7o (s\u00e9rie com ajuste sazonal) interrompeu quatro meses consecutivos de taxas positivas, quando o estado teve crescimento de 7%.<\/p>\n<p>Logo em seguida, vem o Cear\u00e1 com retra\u00e7\u00e3o de 3,1%; Paran\u00e1 (-2,9%); Minas Gerais (-2,8%) e Par\u00e1 (-2,7%). Em todos eles, as quedas foram mais intensas do que a m\u00e9dia nacional de 1,8% detectada em mar\u00e7o pelo IBGE.<\/p>\n<p>Ainda com resultados negativos, mas de magnitude inferior \u00e0 m\u00e9dia nacional de mar\u00e7o, aparecem S\u00e3o Paulo (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,2%) e Esp\u00edrito Santo (-0,7%). Em Pernambuco, o resultado ficou estagnado (0,0%) repetindo fevereiro.<\/p>\n<p>Com resultado positivo no parque fabril aparece o Amazonas, que, ao crescer de fevereiro para mar\u00e7o 5,7%, apontou o resultado positivo mais acentuado do m\u00eas, eliminando o recuo de 2,5% observado no m\u00eas anterior; assim como a Bahia (2%), Rio de Janeiro (0,7%), Goi\u00e1s (0,5%) e Regi\u00e3o Nordeste que cresceu 0,1%.<\/p>\n<p>Acumulado<\/p>\n<p>J\u00e1 o 0,6% relativo ao crescimento acumulado pela ind\u00fastria brasileira no primeiro trimestre do ano mostra expans\u00e3o em 12 dos 15 locais pesquisados frente a igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>O resultado tem como destaque os avan\u00e7os em Goi\u00e1s, onde a ind\u00fastria cresceu nos tr\u00eas primeiros meses do ano 6,6%; Santa Catarina (5,2%), Rio de Janeiro (4,8%), Paran\u00e1 (4,6%), Pernambuco (4,2%), Esp\u00edrito Santo (4%) e Minas Gerais (3,6%).<\/p>\n<p>Embora com expans\u00f5es de menor express\u00e3o, completam as 12 regi\u00f5es com crescimento o Rio Grande do Sul ( 1,9%); Amazonas (1,3%), Par\u00e1 (0,6%), Mato Grosso (0,4%) e S\u00e3o Paulo (0,1%), estes dois \u00faltimos com crescimento inferior \u00e0 m\u00e9dia nacional de 0,6%.<\/p>\n<p>Entre as tr\u00eas regi\u00f5es onde houve queda na produ\u00e7\u00e3o trimestral da ind\u00fastria, o destaque negativo ficou com a Bahia (- 8,3%), pressionada pelo comportamento negativo dos setores de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis. Os demais resultados negativos ficaram com a Regi\u00e3o Nordeste (-2,5%). O Cear\u00e1 teve queda de 2,2%.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, nos locais onde houve crescimento da produ\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre o maior dinamismo foi influenciado por fatores relacionados \u00e0 expans\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial, os voltados para o setor agr\u00edcola e para a constru\u00e7\u00e3o); de bens intermedi\u00e1rios (min\u00e9rios de ferro, petr\u00f3leo, celulose, siderurgia, autope\u00e7as e derivados da extra\u00e7\u00e3o da soja); e outros.<\/p>\n<p>Mar\u00e7o tem crescimento em oito locais<\/p>\n<p>A Pesquisa Industrial Mensal Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Regional, ao comparar mar\u00e7o com mar\u00e7o de 2016, indica crescimento em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE.<br \/>\nO crescimento a n\u00edvel nacional de 1,1% aponta como destaques Goi\u00e1s (expans\u00e3o de 8% no parque fabril), e Rio Grande do Sul (7,4%).<\/p>\n<p>Rio de Janeiro (6,1%), Santa Catarina (5,9%) e Paran\u00e1 (4,9%) tamb\u00e9m tiveram crescimento bem superior \u00e0 m\u00e9dia nacional. O Esp\u00edrito Santo fechou com incremento de 2,4%. Embora com crescimento abaixo da m\u00e9dia nacional, S\u00e3o Paulo avan\u00e7ou 0,9%.<\/p>\n<p>Amazonas (-7,3%) acusou o recuo mais acentuado em mar\u00e7o de 2017, pressionado, segundo o IBGE, pelo comportamento negativo de setores de bebidas (prepara\u00e7\u00f5es em p\u00f3 para elabora\u00e7\u00e3o de bebidas), entre outros. Os demais resultados negativos ocorreram na Bahia (-4,3%), Cear\u00e1 (-3,8%), Par\u00e1 (-2,6%), Regi\u00e3o Nordeste (-2,5%), Pernambuco (-0,8%) e Mato Grosso (-0,3%).<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n10\/05\/2017 <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados divulgados no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), relativos \u00e0 Pesquisa Industrial Mensal Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Regional (PIM-PF), detalhando o comportamento do setor por regi\u00f5es, indicam que a retra\u00e7\u00e3o a n\u00edvel nacional foi puxada por Santa Catarina, onde a queda de 4% na compara\u00e7\u00e3o de fevereiro para mar\u00e7o (s\u00e9rie com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57583,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-112856","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-grafico.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112856","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=112856"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112856\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=112856"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=112856"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=112856"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}