{"id":111051,"date":"2017-04-12T00:39:46","date_gmt":"2017-04-12T03:39:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=111051"},"modified":"2017-04-11T16:40:40","modified_gmt":"2017-04-11T19:40:40","slug":"industria-cresce-em-nove-dos-14-locais-pesquisados-pelo-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/industria-cresce-em-nove-dos-14-locais-pesquisados-pelo-ibge\/111051","title":{"rendered":"Ind\u00fastria cresce em nove dos 14 locais pesquisados pelo IBGE"},"content":{"rendered":"<p> Mesmo ficando praticamente est\u00e1vel ao crescer apenas 0,1% de janeiro para fevereiro, a <strong><em>produ\u00e7\u00e3o industrial<\/em><\/strong> brasileira fechou fevereiro, na s\u00e9rie com ajuste sazonal, com expans\u00e3o em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Regional, divulgados no Rio de Janeiro, com informes regionalizados da ind\u00fastria, os maiores avan\u00e7os foram obtidos na Bahia, onde o parque fabril cresceu 2,8% e em Santa Catarina, com alta de 2,8%.<\/p>\n<p>Santa Catarina marcou o quarto m\u00eas consecutivo de expans\u00e3o, per\u00edodo em que a sua ind\u00fastria acumulou crescimento de 7,4%. Em compensa\u00e7\u00e3o, a alta verificada na Bahia reverteu a queda de janeiro, que chegou a 4,2%.<\/p>\n<p>Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul t\u00eam expans\u00e3o<\/p>\n<p>Fecharam fevereiro com resultados acima da m\u00e9dia de 0,1%, as ind\u00fastrias do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, ambos com a terceira maior expans\u00e3o do pa\u00eds (2,2%); de Goi\u00e1s (2,1%); Minas Gerais (2%); Paran\u00e1 (1,9%); a Regi\u00e3o Nordeste, que cresceu (1,1%); e S\u00e3o Paulo, que, com expans\u00e3o de 0,2%, ficou apenas 0,1 ponto percentual superior \u00e0 m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os cinco locais com crescimento abaixo da m\u00e9dia nacional, o principal destaque negativo foi Pernambuco, onde a queda de 7,8% ficou 7,7 pontos percentuais abaixo da taxa global da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m fecharam com resultados negativos o Par\u00e1, com queda de 4,1%; e o Esp\u00edrito Santo (-3,9%) ambos com os resultados negativos mais acentuados em fevereiro. As demais taxas negativas foram assinaladas por Amazonas (-1,1%) e Cear\u00e1 (-1%).<\/p>\n<p>N\u00fameros no acumulado do ano<\/p>\n<p>Os dados da Pesquisa Industrial Mensal Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Regional tamb\u00e9m permitem a constata\u00e7\u00e3o de que o crescimento acumulado de 0,3% no parque fabril do pa\u00eds no primeiro bimestre do ano mostra expans\u00e3o em dez dos 15 locais pesquisados.<\/p>\n<p>Nesta base de compara\u00e7\u00e3o, acumulado janeiro-fevereiro deste ano frente a igual per\u00edodo de 2016, os avan\u00e7os mais acentuados ocorreram no Amazonas (6,6%) e em Pernambuco (6,5%).<\/p>\n<p>Os demais locais com resultados positivos foram Goi\u00e1s (4,9%), Esp\u00edrito Santo (4,8%), Santa Catarina (4,8%), Rio de Janeiro (4,1%), Paran\u00e1 (4,1%), Minas Gerais (4,1%), Par\u00e1 (2,9%) e Mato Grosso (0,3%).<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o maior dinamismo verificado no acumulado do bimestre foi particularmente influenciado por fatores relacionados \u00e0 expans\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial os voltados para o setor agr\u00edcola e para constru\u00e7\u00e3o); de bens intermedi\u00e1rios (min\u00e9rios de ferro, petr\u00f3leo, celulose, siderurgia e derivados da extra\u00e7\u00e3o da soja); de bens de consumo dur\u00e1veis (autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos da linha branca e da linha marrom); e de bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis (alimentos, produtos t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio).<\/p>\n<p>Na outra ponta, o destaque negativo ficou com a Bahia, justamente o estado que mais cresceu (2,8%) na s\u00e9rie dessazonalizada. No acumulado do primeiro bimestre do ano, a Bahia aparece com queda de 10,5%, o recuo mais elevado no \u00edndice acumulado no ano.<\/p>\n<p>O resultado negativo expressivo decorreu, principalmente, da press\u00e3o negativa vindo dos setores de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (\u00f3leo diesel, \u00f3leos combust\u00edveis e naftas para petroqu\u00edmica) e de metalurgia (barras, perfis e vergalh\u00f5es de cobre e de ligas de cobre).<\/p>\n<p>Os demais resultados negativos foram assinalados pela Regi\u00e3o Nordeste (-2,6%), Rio Grande do Sul (-1,8%), Cear\u00e1 (-1%) e S\u00e3o Paulo (-0,1%).<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n12\/04\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo ficando praticamente est\u00e1vel ao crescer apenas 0,1% de janeiro para fevereiro, a produ\u00e7\u00e3o industrial brasileira fechou fevereiro, na s\u00e9rie com ajuste sazonal, com expans\u00e3o em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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