{"id":109373,"date":"2017-03-20T00:28:23","date_gmt":"2017-03-20T03:28:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=109373"},"modified":"2017-03-19T21:50:05","modified_gmt":"2017-03-20T00:50:05","slug":"justica-federal-no-parana-bloqueia-r-1-bilhao-dos-maiores-frigorificos-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/justica-federal-no-parana-bloqueia-r-1-bilhao-dos-maiores-frigorificos-do-pais\/109373","title":{"rendered":"Justi\u00e7a Federal no Paran\u00e1 bloqueia R$ 1 bilh\u00e3o dos maiores frigor\u00edficos do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p> A Pol\u00edcia Federal (PF) deflagrou a <strong><em>Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca<\/em><\/strong>, que investiga o envolvimento de fiscais do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento em um esquema de libera\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as e fiscaliza\u00e7\u00e3o irregular de frigor\u00edficos. Alguns dos principais grupos do setor no pa\u00eds est\u00e3o na mira da opera\u00e7\u00e3o, como o BRF, que det\u00e9m as marcas Sadia, Perdig\u00e3o, Batavo e Eleg\u00ea, e o JBS, que opera com Seara, Swift, Friboi e Vigor.<\/p>\n<p>A Justi\u00e7a Federal no Paran\u00e1 determinou o bloqueio de R$ 1 bilh\u00e3o das investigadas. Segundo a PF, a Carne Fraca \u00e9, em n\u00fameros, a maior opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 realizada pela corpora\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Cerca de 1.100 policiais federais cumprem 309 mandados judiciais em sete estados &#8211; 27 de pris\u00e3o preventiva, 11 de pris\u00e3o tempor\u00e1ria, 77 de condu\u00e7\u00e3o coercitiva e 194 de busca e apreens\u00e3o nas casas e escrit\u00f3rios dos investigados e em empresas que fariam parte do esquema.<\/p>\n<p>Em quase dois anos de investiga\u00e7\u00e3o, descobriu-se que as superintend\u00eancias regionais do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento nos estados do Paran\u00e1, Minas Gerais e Goi\u00e1s atuavam diretamente para proteger os grupos empresariais, em detrimento do interesse da coletividade.<\/p>\n<p>De acordo com a apura\u00e7\u00e3o, os agentes p\u00fablicos envolvidos no esquema valiam-se do poder fiscalizat\u00f3rio de seus cargos e facilitavam a produ\u00e7\u00e3o de alimentos adulterados, mediante pagamento de propina, emitindo certificados sanit\u00e1rios sem qualquer fiscaliza\u00e7\u00e3o efetiva. Uma das irregularidades detectadas foi a remo\u00e7\u00e3o de agentes p\u00fablicos com desvio de finalidade para atender aos interesses dos grupos empresariais.<\/p>\n<p>Assim, eram viabilizadas a\u00e7\u00f5es ilegais de frigor\u00edficos e empresas do ramo aliment\u00edcio, que operavam em total desrespeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o vigente. As ordens judiciais foram expedidas pela 14\u00aa Vara da Justi\u00e7a Federal em Curitiba e est\u00e3o sendo cumpridas no Distrito Federal e em seis estados: S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goias.<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Augusto Queiroz<br \/>\n20\/03\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pol\u00edcia Federal (PF) deflagrou a Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca, que investiga o envolvimento de fiscais do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento em um esquema de libera\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as e fiscaliza\u00e7\u00e3o irregular de frigor\u00edficos. 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