{"id":108122,"date":"2017-03-03T00:39:51","date_gmt":"2017-03-03T03:39:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=108122"},"modified":"2017-03-02T21:41:22","modified_gmt":"2017-03-03T00:41:22","slug":"plataforma-integrara-dados-sobre-a-biodiversidade-e-servicos-ecossistemicos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/plataforma-integrara-dados-sobre-a-biodiversidade-e-servicos-ecossistemicos-no-brasil\/108122","title":{"rendered":"Plataforma integrar\u00e1 dados sobre a biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos no Brasil"},"content":{"rendered":"<p> Elton Alisson | Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Um grupo de mais de 50 pesquisadores brasileiros, ligados \u00e0s principais universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do pa\u00eds, reunir\u00e1 e sintetizar\u00e1 os dados dispon\u00edveis sobre a <strong><em>biodiversidade<\/em><\/strong> e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos (como poliniza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos) no Brasil para elaborar o primeiro diagn\u00f3stico nacional sobre esses temas.<\/p>\n<p>Eles integram a Plataforma Brasileira sobre Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (BPBES, na sigla em ingl\u00eas), lan\u00e7ada oficialmente na ter\u00e7a-feira (21\/02), durante um evento na FAPESP.<\/p>\n<p>Como um grupo de trabalho criado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), a BPBES ter\u00e1 a miss\u00e3o de produzir s\u00ednteses do melhor conhecimento dispon\u00edvel pela ci\u00eancia e saberes tradicionais sobre biodiversidade, servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e suas rela\u00e7\u00f5es com o bem-estar humano no Brasil para auxiliar os tomadores de decis\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e ao desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>A Plataforma Brasileira \u00e9 apoiada pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Caracteriza\u00e7\u00e3o, Conserva\u00e7\u00e3o, Restaura\u00e7\u00e3o e Uso Sustent\u00e1vel da Biodiversidade (), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e pela Funda\u00e7\u00e3o Brasileira para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (FBDS).<\/p>\n<p>\u201cInfelizmente, os dados sobre a biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos no Brasil est\u00e3o limitados hoje n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 sua origem, como \u00e0 universidade ou \u00e0 institui\u00e7\u00e3o em que o pesquisador que os coletou est\u00e1 vinculado, mas tamb\u00e9m aos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis por abrig\u00e1-los, como os minist\u00e9rios do Meio Ambiente e da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es e \u00e0s institui\u00e7\u00f5es a eles subordinados\u201d, disse Carlos Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um dos coordenadores do BPBES, \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p>\u201cQueremos integrar esses dados a fim de preencher uma lacuna na interlocu\u00e7\u00e3o desse conjunto de informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas de alta qualidade com os tomadores de decis\u00e3o, a exemplo do que o BIOTA-FAPESP conseguiu fazer no Estado de S\u00e3o Paulo\u201d, afirmou Joly, que tamb\u00e9m \u00e9 membro da coordena\u00e7\u00e3o do programa, lan\u00e7ado em 1999 pela FAPESP.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, uma das ideias iniciais do BIOTA-FAPESP era disponibilizar as informa\u00e7\u00f5es coletadas durante as pesquisas gratuitamente na internet para que fossem utilizadas por t\u00e9cnicos de \u00f3rg\u00e3os como a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, por exemplo.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia mostrou, contudo, que era preciso traduzir as informa\u00e7\u00f5es geradas para uma linguagem que pudesse ser mais facilmente compreendida e utilizada pelos tomadores de decis\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, como o Mapa de \u00c1reas Priorit\u00e1rias para Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>\u201cCom isso \u00e9 poss\u00edvel ter um instrumento que pode ser utilizado pelo gestor p\u00fablico. \u00c9 essa ideia que pretendemos replicar para todo o Brasil com a BPBES, aumentando a interlocu\u00e7\u00e3o que temos n\u00e3o s\u00f3 com os minist\u00e9rios do Meio Ambiente e da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es, como tamb\u00e9m com o do Planejamento, da Agricultura e outros setores da sociedade, como a iniciativa privada\u201d, exemplificou.<\/p>\n<p>Processo de elabora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os pesquisadores integrantes da Plataforma Brasileira pretendem lan\u00e7ar o diagn\u00f3stico em julho de 2018.<\/p>\n<p>Como etapa inicial, eles prepararam um documento, intitulado \u201cContribui\u00e7\u00f5es para o di\u00e1logo intersetorial: a constru\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico brasileiro sobre biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos\u201d.<\/p>\n<p>Com base no documento de 10 p\u00e1ginas foi iniciado um processo de consulta a diferentes setores da sociedade brasileira que em suas atividades, direta ou indiretamente, afetam ou s\u00e3o afetados pela biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u2013 como organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais (ONGs), \u00f3rg\u00e3os do governo, setor industrial, agropecu\u00e1rio, comunidades ind\u00edgenas e representantes da comunidade internacional e da imprensa, entre outros \u2013 a fim de promover ajustes no diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>\u201cO relat\u00f3rio dever\u00e1 ter um tom propositivo e cr\u00edtico, mas n\u00e3o prescritivo, com o objetivo claro de posicionar a biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos no cerne do modelo de desenvolvimento do pa\u00eds de forma a acelerar a transi\u00e7\u00e3o para a sustentabilidade\u201d, disse F\u00e1bio Scarano, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), diretor da FBDS e membro da coordena\u00e7\u00e3o da BPBES, durante o evento.<\/p>\n<p>\u201cPretendemos conseguir tirar gradativamente a biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos da posi\u00e7\u00e3o marginal em que se encontram hoje no processo de desenvolvimento do pa\u00eds\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Alguns dos apontamentos feitos pelos pesquisadores no documento preparat\u00f3rio do relat\u00f3rio s\u00e3o que a economia depende do uso sustent\u00e1vel da biodiversidade e dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e que o uso desses ativos da natureza n\u00e3o tem implicado na redu\u00e7\u00e3o de pobreza no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Uma pesquisa de doutorado, que est\u00e1 sendo realizada por Tha\u00eds Kasecker sob orienta\u00e7\u00e3o de Scarano, apontou que 52% da popula\u00e7\u00e3o dos 437 munic\u00edpios brasileiros com maior cobertura vegetal no Brasil vive em condi\u00e7\u00f5es de pobreza.<\/p>\n<p>A maioria dessa popula\u00e7\u00e3o, que representa 13% dos pobres brasileiros, vive no oeste amaz\u00f4nico, na Caatinga \u2013 especialmente na bacia do S\u00e3o Francisco \u2013 e no Cerrado, apontou Scarano.<\/p>\n<p>\u201cSe para sair da pobreza essas pessoas recorrerem ao modelo tradicional de desenvolvimento econ\u00f4mico, que \u00e9 o da substitui\u00e7\u00e3o da natureza por outros tipos de uso da terra, corremos o risco de perder quase metade da cobertura vegetal brasileira. Por isso, precisamos pensar em meios de melhorar a qualidade de vida dessas popula\u00e7\u00f5es que t\u00eam muita biodiversidade, mas n\u00e3o vivem t\u00e3o bem, mantendo a biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u201d, indicou.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, o relat\u00f3rio apresentar\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 problemas, mas tamb\u00e9m indicar\u00e1 solu\u00e7\u00f5es que est\u00e3o em curso e dever\u00e1 ter equil\u00edbrio regional \u2013 de regi\u00f5es geopol\u00edticas e biomas do pa\u00eds \u2013, de ambientes terrestre, de \u00e1gua doce e marinho, e contemplar\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 o conhecimento cient\u00edfico, mas tamb\u00e9m o ind\u00edgena e de comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio ter\u00e1 cinco cap\u00edtulos e uma estrutura muito parecida com os relat\u00f3rios publicados pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (IPBES), afirmou.<\/p>\n<p>Fonte de inspira\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Lan\u00e7ada em 2012, no Panam\u00e1, com o objetivo de informar aos governos o estado do conhecimento sobre biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos para a conserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento sustent\u00e1vel \u2013 a exemplo do que o Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC) faz em rela\u00e7\u00e3o ao clima \u2013, a IPBES serviu de inspira\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o da BPBES.<\/p>\n<p>Em 2015, um grupo de 18 pesquisadores que participam dos grupos de trabalho e for\u00e7as-tarefa da IPBES se reuniu em Indaiatuba, no interior de S\u00e3o Paulo, e prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o da BPBES e uma agenda de trabalho, iniciando pela elabora\u00e7\u00e3o do primeiro diagn\u00f3stico brasileiro sobre biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.<\/p>\n<p>\u201cA ideia de cria\u00e7\u00e3o do Painel Brasileiro surgiu justamente em raz\u00e3o de um conjunto expressivo de pesquisadores brasileiros participarem dos diversos grupos de trabalho do IPBES\u201d, disse Joly, que \u00e9 co-chair do Painel Multidisciplinar de Especialistas (MPE, na sigla em ingl\u00eas) da IPBES.<\/p>\n<p>\u201cO fato de termos um grupo t\u00e3o grande de brasileiros atuando na IPBES \u00e9 um reconhecimento da qualidade da ci\u00eancia que se faz em um pa\u00eds megadiverso e que, portanto, lida diariamente com os conflitos de integra\u00e7\u00e3o da biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos com outros setores da sociedade, que gostar\u00edamos que tivessem uma maior compatibilidade\u201d, avaliou Joly.<\/p>\n<p>No ano passado, a IPBES publicou seu primeiro diagn\u00f3stico global sobre poliniza\u00e7\u00e3o relacionada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos e sobre metodologias para constru\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de cen\u00e1rios e modelagem de biodiversidade.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico sobre metodologias contou com a participa\u00e7\u00e3o de Jean Paul Metzger, professor do Instituto de Biologia da USP.<\/p>\n<p>E a coordena\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico global sobre poliniza\u00e7\u00e3o foi dividida entre Vera Imperatriz Fonseca, professora do Departamento de Ecologia do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (ICB-USP) e membro do Programa BIOTA-FAPESP, e Simon Potts, professor da University of Reading, da Gr\u00e3-Bretanha.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico foi apresentado e discutido na 13\u00aa Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o da Diversidade Biol\u00f3gica (CDB), realizada no M\u00e9xico no in\u00edcio de dezembro de 2016, e motivou a cria\u00e7\u00e3o de uma  para tomar medidas nacionais para proteger os polinizadores e seus habitats.<\/p>\n<p>\u201cO sonho de todo cientista \u00e9 ser relevante. E acho que, no caso das organiza\u00e7\u00f5es governamentais e internacionais na \u00e1rea de biodiversidade [como a IPBES], elas est\u00e3o conseguindo realizar um pouco esse sonho de ser relevante\u201d, disse Jos\u00e9 Goldemberg, presidente da FAPESP, durante o evento.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dele, os cientistas de S\u00e3o Paulo e a a\u00e7\u00e3o da FAPESP t\u00eam sido muito eficazes na \u00e1rea de biodiversidade porque t\u00eam conseguido influir efetivamente nas pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas \u00e0 \u00e1rea.<\/p>\n<p>Um dos exemplos dados por ele foi a elabora\u00e7\u00e3o do mapa de zoneamento econ\u00f4mico e ecol\u00f3gico do Estado de S\u00e3o Paulo, realizado pelo Programa BIOTA\/FAPESP, que delimitou as \u00e1reas onde poderiam ser instaladas usinas de cana-de-a\u00e7\u00facar no estado, sem afetar a biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.<\/p>\n<p>\u201cO mapa de S\u00e3o Paulo foi \u2018pintado\u2019 em v\u00e1rias cores e ficou estabelecido que em alguns lugares do estado n\u00e3o se pode plantar cana e ponto final. Com isso, um projeto de instala\u00e7\u00e3o de uma usina em uma dessas \u00e1reas passou a nem entrar mais no processo de avalia\u00e7\u00e3o da Secretaria Estadual do Meio Ambiente\u201d, afirmou Goldemberg. \u201cNa \u00e1rea de Mata Atl\u00e2ntica em S\u00e3o Paulo \u00e9 in\u00fatil entrar com qualquer esp\u00e9cie de pedido de instala\u00e7\u00e3o de empreendimentos hoje.\u201d<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m participaram do evento Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), e Jos\u00e9 Pedro de Oliveira Costa, secret\u00e1rio de Biodiversidade e Florestas do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA), entre outros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elton Alisson | Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Um grupo de mais de 50 pesquisadores brasileiros, ligados \u00e0s principais universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do pa\u00eds, reunir\u00e1 e sintetizar\u00e1 os dados dispon\u00edveis sobre a biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos (como poliniza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos) no Brasil para elaborar o primeiro diagn\u00f3stico nacional sobre esses temas. Eles [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57576,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":{"0":"post-108122","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"entry","9":"gs-1","10":"gs-odd","11":"gs-even","12":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/tecnologia1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108122","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108122"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108122\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108122"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108122"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108122"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}