{"id":106396,"date":"2017-02-08T01:09:19","date_gmt":"2017-02-08T03:09:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=106396"},"modified":"2017-02-07T21:50:18","modified_gmt":"2017-02-07T23:50:18","slug":"despesas-com-educacao-sobem-876-em-12-meses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/despesas-com-educacao-sobem-876-em-12-meses\/106396","title":{"rendered":"Despesas com educa\u00e7\u00e3o sobem 8,76% em 12 meses"},"content":{"rendered":"<p> Pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre-FGV) mostra que as <strong><em>despesas com educa\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong> subiram 8,76% no per\u00edodo de 12 meses compreendidos entre fevereiro de 2016 e janeiro deste ano, quase o dobro da infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC\/FGV), que acumula alta de 5,04% no per\u00edodo.<\/p>\n<p>As altas mais significativas foram observadas nos itens creche (12,31%), pr\u00e9-escola (11,13%) e ensino fundamental (10,95%), seguidas pelo ensino m\u00e9dio (10,92%), cursos preparat\u00f3rios para vestibulares (9,55%), cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (9,53%) e ensino superior (9,20%).<\/p>\n<p>Segundo o economista do Ibre respons\u00e1vel pela pesquisa, Andr\u00e9 Braz, apesar da redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de estudantes em escolas privadas por causa da crise \u2013 com desemprego e diminui\u00e7\u00e3o da capacidade de pagamento das fam\u00edlias \u2013 as institui\u00e7\u00f5es t\u00eam custos fixos que acabam sendo rateados por aqueles que permanecem matriculados, por isso as mensalidades n\u00e3o caem com a redu\u00e7\u00e3o da demanda.<\/p>\n<p> \u201cMesmo que tenha havido uma certa migra\u00e7\u00e3o do ensino particular para o p\u00fablico, isso n\u00e3o ajudou a diminuir o valor das mensalidades, porque o aluguel, a luz, os sal\u00e1rios dos professores, a infraestrutura continuaram os mesmos, qualquer que seja o n\u00famero de alunos. Ent\u00e3o, acaba que quem fica paga uma fra\u00e7\u00e3o maior desse reajuste das despesas fixas\u201d, disse. <\/p>\n<p>Material escolar<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento da FGV, o material escolar subiu 9,31% em 12 meses, tamb\u00e9m muito acima da infla\u00e7\u00e3o, mas nesse caso, o consumidor tem poder de barganha, segundo Braz. \u201cTem v\u00e1rios lugares que vendem esse tipo de material. Ent\u00e3o, a gente pode fazer uma boa pesquisa de pre\u00e7os e driblar os aumentos, fazendo essa despesa impactar menos no or\u00e7amento.&#8221; Os pre\u00e7os dos livros did\u00e1ticos e n\u00e3o did\u00e1ticos subiram 5,13% e 5,72%, respectivamente.<\/p>\n<p>O \u00fanico dos 17 itens analisados na pesquisa que registrou varia\u00e7\u00e3o abaixo da infla\u00e7\u00e3o no per\u00edodo avaliado foi o de cursos alternativos e complementares \u00e0 grade escolar, que teve reajuste de 2,83%. Segundo Braz, s\u00e3o cursos que t\u00eam um apelo menor \u201cporque a fam\u00edlia pode abrir m\u00e3o, sem grandes preju\u00edzos para a vida acad\u00eamica do aluno\u201d.<\/p>\n<p>Alana Gandra &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Luana Louren\u00e7o<br \/>\n08\/02\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre-FGV) mostra que as despesas com educa\u00e7\u00e3o subiram 8,76% no per\u00edodo de 12 meses compreendidos entre fevereiro de 2016 e janeiro deste ano, quase o dobro da infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC\/FGV), que acumula alta de 5,04% no per\u00edodo. 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