{"id":10549,"date":"2009-09-02T18:58:30","date_gmt":"2009-09-02T22:58:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=10549"},"modified":"2009-09-02T18:58:30","modified_gmt":"2009-09-02T22:58:30","slug":"para-entender-e-superar-o-medo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/para-entender-e-superar-o-medo\/10549","title":{"rendered":"Para entender e superar o medo"},"content":{"rendered":"<p>Pode ser de avi\u00e3o, de insetos, de dirigir, de falar em p\u00fablico. O medo \u00e9 inerente ao ser humano, e se manifesta diversas vezes ao longo da vida, de diferentes maneiras. \u00c0s vezes, nasce sem motivo aparente, e pode atrapalhar atividades do dia a dia, o que mina a autoconfian\u00e7a e limita o indiv\u00edduo, deixando-o inseguro.<\/p>\n<p>O ser humano n\u00e3o nasce com temores. Toda crian\u00e7a \u00e9 ousada; mexe na tomada e puxa o rabo do cachorro porque n\u00e3o conhece ou n\u00e3o teme as conseq\u00fc\u00eancias de seus atos. Em algum momento da vida o indiv\u00edduo adquire certos medos, geralmente alocados na primeira inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro tem uma capacidade fant\u00e1stica: consegue aprender um trauma em segundos e se lembra dele pelo resto da vida. Mas tamb\u00e9m tem a capacidade de desaprender o medo com a mesma velocidade, e reagir de forma diferente diante de um mesmo est\u00edmulo. N\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios anos de terapia para que o c\u00e9rebro elimine o registro negativo, contanto que possamos supri-lo com as ferramentas corretas.<\/p>\n<p>A Programa\u00e7\u00e3o Neurolingu\u00edstica ajuda a descobrir qual o momento em que foi gerada a fobia. O simples contato com um filme ou uma fotografia que mostra o objeto do medo &#8211; de aranhas gigantes a acidentes a\u00e9reos &#8211; pode ter sido o gerador de tanto pavor.<\/p>\n<p>A partir do contato com a sensa\u00e7\u00e3o que causa o medo, \u00e9 hora de mud\u00e1-lo. A PNL vai munir o indiv\u00edduo com recursos para lidar com aquela situa\u00e7\u00e3o, e que n\u00e3o estavam dispon\u00edveis quando ela aconteceu. Quando a crian\u00e7a se assustou com o filme sobre aranhas gigantes, por exemplo, ela se sentiu indefesa, desprotegida. Ao resgatar esse sentimento, \u00e9 preciso atualizar as informa\u00e7\u00f5es contidas nele. N\u00e3o se pode mudar a hist\u00f3ria, mas \u00e9 poss\u00edvel trabalhar a maneira como a sensa\u00e7\u00e3o ficou arquivada.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ajudar a pessoa a lembrar-se de momentos em que se sentiu amparada, e trazer essa sensa\u00e7\u00e3o reconfortante para os momentos em que o incidente assustador for lembrado. O indiv\u00edduo pode aprender que h\u00e1 outros caminho al\u00e9m do medo.<\/p>\n<p>Ao final, a pessoa pode continuar n\u00e3o gostando de aranhas ou de avi\u00f5es, mas ir\u00e1 conseguir ver um inseto ou viajar se sentindo tranquila, segura e confort\u00e1vel. A PNL \u00e9 como uma caixa de ferramentas que proporciona ajuda na supera\u00e7\u00e3o de fobias. Sem receios e limita\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel ganhar autonomia, o que eleva a auto-estima e proporciona uma melhor qualidade de vida.<\/p>\n<p><em>Gilberto Cury \u00e9 presidente da SBPNL &#8211; Sociedade Brasileira de Programa\u00e7\u00e3o Neurolingu\u00edstica<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pode ser de avi\u00e3o, de insetos, de dirigir, de falar em p\u00fablico. 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