{"id":100520,"date":"2016-11-25T06:44:48","date_gmt":"2016-11-25T08:44:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=100520"},"modified":"2016-11-24T10:45:48","modified_gmt":"2016-11-24T12:45:48","slug":"pais-tem-recorde-de-cheques-sem-fundo-para-mes-de-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/pais-tem-recorde-de-cheques-sem-fundo-para-mes-de-outubro\/100520","title":{"rendered":"Pa\u00eds tem recorde de cheques sem fundo para m\u00eas de outubro"},"content":{"rendered":"<p> As devolu\u00e7\u00f5es de cheques por falta de fundos atingiram 2,5% do total de documentos compensados em outubro, segundo o Indicador Serasa Experian de <strong><em>Cheques Sem Fundos<\/em><\/strong>. Esse foi o n\u00edvel mais elevado para o m\u00eas de outubro e o terceiro maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada h\u00e1 25 anos.<\/p>\n<p>O \u00edndice ficou abaixo apenas do registrado em mar\u00e7o deste ano (2,66%) e em novembro do ano passado (2,61%). No total, foram devolvidos 1.204.402 cheques entre os 47.802.370 documentos compensados. Em setembro, 2,19% das emiss\u00f5es eram de correntistas que n\u00e3o fizeram a provis\u00e3o dos recursos e no mesmo m\u00eas do ano passado o percentual chegou a 2,2%.<\/p>\n<p>De janeiro a outubro deste ano, as devolu\u00e7\u00f5es atingiram a m\u00e9dia de 2,36%. O pior quadro de inadimpl\u00eancia foi verificado no Amap\u00e1 com taxa de 16,98%. Em sentido oposto, S\u00e3o Paulo apresentou o menor \u00edndice (1,8%).<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise dos economistas da Serasa Experian, esse resultado \u00e9 consequ\u00eancia da recess\u00e3o econ\u00f4mica que tem mantido em alta o desemprego, das taxas de juros e ainda da \u201cperda do poder de compra da popula\u00e7\u00e3o por causa da infla\u00e7\u00e3o ainda em patamar elevado\u201d.<\/p>\n<p>Por regi\u00f5es<\/p>\n<p>No acumulado do ano, o Nordeste foi a regi\u00e3o que registrou a maior taxa (4,63%) e o Sudeste a menor (1,94%). No Norte, o \u00edndice chegou a 4,44%; no Centro-Oeste, 2,04% e no Sul, 2,04%.<\/p>\n<p>Em outubro, a Regi\u00e3o Norte liderou com 4,66% ante 4,18% em setembro e 4,25% em outubro do ano passado. Esse aumento foi puxado, principalmente, pelas dificuldades de pagamento dos consumidores do Amap\u00e1, onde as devolu\u00e7\u00f5es atingiram 16,54% dos cheques emitidos. Na sequ\u00eancia aparecem o Acre (7,96%); Roraima (7,97%); Amazonas (6,14%); Tocantins (5,79%); Par\u00e1 (5,57%) e Rond\u00f4nia (2,21%).<\/p>\n<p>No Nordeste, a devolu\u00e7\u00e3o de cheques em outubro chegou a 5,16% do total de documentos compensados, com destaque para o Maranh\u00e3o (9,31%), seguido de Piau\u00ed (6,98%) e Rio Grande do Norte (6,22%).<\/p>\n<p>No Sudeste, a taxa de devolu\u00e7\u00e3o de cheques ficou em 2,07% &#8211; superior \u00e0 registrada em setembro (1,8%) e acima do percentual de outubro de 2015 (1,74%). O Esp\u00edrito Santo liderou o ranking com 2,6%.<br \/>\nJ\u00e1 no Sul, 2,11% dos cheques foram devolvidos, sendo que a maior varia\u00e7\u00e3o foi detectada no Rio Grande do Sul (2,22%).<\/p>\n<p>No Centro-Oeste, ocorreram devolu\u00e7\u00f5es de 3,22% dos cheques compensados, com destaque para o Distrito Federal (3,83%).<\/p>\n<p>Marli Moreira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: L\u00edlian Beraldo<br \/>\n25\/11\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As devolu\u00e7\u00f5es de cheques por falta de fundos atingiram 2,5% do total de documentos compensados em outubro, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Esse foi o n\u00edvel mais elevado para o m\u00eas de outubro e o terceiro maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada h\u00e1 25 anos. O \u00edndice ficou abaixo apenas do registrado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57583,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-100520","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-grafico.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/100520","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=100520"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/100520\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=100520"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=100520"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=100520"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}