{"id":100061,"date":"2016-11-21T06:29:00","date_gmt":"2016-11-21T08:29:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=100061"},"modified":"2016-11-18T16:30:11","modified_gmt":"2016-11-18T18:30:11","slug":"empresas-de-alto-crescimento-geraram-467-dos-postos-de-trabalho-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/empresas-de-alto-crescimento-geraram-467-dos-postos-de-trabalho-diz-ibge\/100061","title":{"rendered":"Empresas de alto crescimento geraram 46,7% dos postos de trabalho, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p> As 31.223 empresas de alto crescimento existentes em 2014, cujo aumento do n\u00famero de empregados era de pelo menos 20% ao ano por um per\u00edodo de tr\u00eas anos consecutivos, geraram 46,7% dos <strong><em>postos de trabalho<\/em><\/strong> entre 2011 e 2014. A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 da pesquisa Estat\u00edsticas de Empreendedorismo 2014, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em parceria com o Instituto Empreender Endeavor Brasil.<\/p>\n<p> Segundo o estudo, as empresas de alto crescimento com dez ou mais pessoas ocupadas assalariadas em 2011 representavam apenas 1,3% do total de empresas ativas com ao menos uma pessoa ocupada assalariada. Ainda assim, entre 2011 e 2014, elas apresentaram um crescimento de 175% no n\u00famero de pessoal ocupado, passando de 1,6 milh\u00e3o de pessoas em 2011, para 4,4 milh\u00f5es em 2014, um incremento de 2,8 milh\u00f5es de postos de trabalho.<\/p>\n<p>Embora em termos absolutos o maior n\u00famero de empresas de alto crescimento esteja no setor de servi\u00e7os (s\u00e3o 9.931), foi o setor de constru\u00e7\u00e3o que apresentou a maior propor\u00e7\u00e3o de empresas de alto crescimento no total de empresa ativas com dez ou mais pessoas assalariadas: 9,6%. As atividades econ\u00f4micas que concentram essas empresas s\u00e3o foram com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (26,5%); ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (20,5%); e constru\u00e7\u00e3o (12,2%).<\/p>\n<p>Arrecada\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A pesquisa do IBGE constatou ainda que, em rela\u00e7\u00e3o ao valor adicionado bruto, agregado aos bens e servi\u00e7os  no processo produtivo, as empresas de alto crescimento geraram, em 2014, R$ 241,4 bilh\u00f5es, o equivalente a 12,8% do total de R$ 1,8 trilh\u00e3o gerado nas empresas ativas com dez ou mais assalariados.<\/p>\n<p>J\u00e1 o valor adicional m\u00e9dio (valor adicionado bruto dividido pelo n\u00famero de empresas) das empresas de alto crescimento foi de R$ 8,2 milh\u00f5es, acima, portanto, do verificado entre as empresas com dez ou mais pessoas ocupadas assalariadas (R$ 4,4 milh\u00f5es). <\/p>\n<p>Quedas <\/p>\n<p>Apesar na import\u00e2ncia tanto do ponto de vista do n\u00famero de empregos quanto em rela\u00e7\u00e3o ao valor adicional bruto gerado, o levantamento do IBGE constatou queda pelo segundo ano consecutivo no n\u00famero de empresas de alto crescimento. Em 2013 a redu\u00e7\u00e3o foi de 5,2%, e em 2014 este recuo chegou a 6,4%.<\/p>\n<p>Em 2014, existiam, no Brasil, 31.223 empresas de alto crescimento, que ocupavam cerca de 4,4 milh\u00f5es de pessoas assalariadas e pagavam R$ 103,2 bilh\u00f5es em sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es. Foram registradas quedas tamb\u00e9m no pessoal ocupado assalariado, de 10,4%; e nos sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es pagas por elas, de 4% em valores nominais. Em 2013, estes recuos tinham sido menos intensos:  -5,8% no de pessoal assalariado; e -1,1% no volume dos sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es pagos.<\/p>\n<p>Postos assalariados<\/p>\n<p>Apesar de representar \u201cuma parcela pequena\u201d no total das empresas ativas no Brasil, em 2014, as empresas de alto crescimento em tr\u00eas anos chegaram a gerar 2,8 milh\u00f5es de postos assalariados, destacando-se em termos de crescimento do n\u00famero de postos de trabalho assalariados.<\/p>\n<p>De 2011 para 2014, o n\u00famero de pessoal assalariado das empresas de alto crescimento passou de 1,6 milh\u00e3o de pessoas para 4,4 milh\u00f5es, um incremento de 2,8 milh\u00f5es de pessoas ocupadas assalariadas \u2013 varia\u00e7\u00e3o de 175% e representando crescimento de 46,7% no n\u00famero de postos gerados em empresas com uma ou mais pessoa assalariada.<\/p>\n<p>Regi\u00f5es<\/p>\n<p>A regi\u00e3o Sudeste do pa\u00eds concentra maior n\u00famero de unidades locais de empresas de alto crescimento (48%). Mas proporcionalmente, o maior percentual dessas empresas est\u00e1 na regi\u00e3o Norte (9,4%), seguida por Centro-Oeste (9,2%), Nordeste (8,9%), Sul (8,2%) e Sudeste (7,9%).<\/p>\n<p>No caso da representatividade em termos de pessoal ocupado, o Norte tamb\u00e9m aparece em primeiro, com 19,3%, seguido por Nordeste (18,6%), Centro-Oeste (17,4%), Sudeste (14,6%) e Sul (12,8%).<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Lidia Neves<br \/>\n21\/11\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As 31.223 empresas de alto crescimento existentes em 2014, cujo aumento do n\u00famero de empregados era de pelo menos 20% ao ano por um per\u00edodo de tr\u00eas anos consecutivos, geraram 46,7% dos postos de trabalho entre 2011 e 2014. 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